Glicina - Reduz a vontade de consumir Doces.


Glicina Aminoácido não essencial produzido pelo corpo humano a partir de outro aminoácido chamado serina, é sintetizado no fígado e catalisado pela enzima serina hidroximetiltransferase. Apesar de que a maioria das proteínas possuírem reduzidas quantidades de glicina, no colágeno chega a representar cerca de 35% da sua estrutura. Tem importância em várias funções fisiológicas nos músculos, como um neurotransmissor inibitório no sistema nervoso central ao nível da medula espinal e tronco cerebral, além de inibir ao desejo do consumo de açúcar.

Outros benefícios da glicina: - Atua em células inflamatórias para suprimir a ativação de fatores de transcrição, a formação de radicais livres e citocinas inflamatórias. - Auxila no aumento de massa muscular. - Estimulo da secreção do hormônio de crescimento. - Aumenta a massa magra na velhice. - Evita perda de cartilagem nas articulações. - Junto com a prolina auxilia na reconstrução da mucosa do trato digestivo. - Ajuda na área cognitiva cerebral. - Utilizada na biossíntese da creatina. - Fornece energia às células graças ao seu papel na conversão de nutrientes dos alimentos. - Equilibra os níveis de eletrólitos como cálcio, cloreto e potássio. - Auxilia no sono. - Combate à fadiga. - Coadjuvante no tratamento de psicoses. - Colabora na biossíntese da heme, um componente da hemoglobina que ajuda a produzir e manter os glóbulos vermelhos.

SAIBA MAIS: - É essencial na biossíntese dos ácidos nucléicos, assim como dos ácidos biliares, porfirinas, fosfatos de creatina e outros aminoácidos. - Benéfico na supressão de danos da pele induzidos e fotoenvelhecimento. - O consumo de colágeno melhora significativamente a elasticidade da pele, melhora a umidade e a perda de água. - Melhora significativamente o conteúdo de procolágeno em 65% e a elastina em 18%. - Indicada no tratamento de acidez gástrica, distrofia muscular gástrica, hipoproteinemia e desnutrição. - Promove o equilíbrio e o crescimento de probióticos. - Contraindicada nas insuficiências hepáticas ou renais. - A quantidade necessária para todos os usos metabólicos são de 10g/dia para indivíduo de 70 kg. - Geralmente o organismo pode gerar aproximadamente 3g/dia. - O consumo na dieta é de 1,5 a 3,0g/dia. - Perfazendo cerca de 4 a 6 g/dia.

Alimentos ricos em glicina por porção 100 g: - Gelatina seca- 19,05g - Pele de porco- 11,92g - Farinha de gergelim- 3,43g - Pele de galinha- 3,25g - Clara de ovo seca- 2,84g

- Carne magra- 2,17g - Mozarela-0,55g - Queijo prato-0,56g - Amendoim- 0,91g

Estudos clínicos indicam que a quantidade disponível em humanos não é suficiente para atender às necessidades metabólicas. Por isso é necessário uma complementação nutricional da Glicina.

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