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Doença de Parkinson


Doença de Parkinson

Doença de Parkinson A doença de Parkinson é uma afecção degenerativa do sistema nervoso causando a perda de neurônios em uma região do cérebro chamada substância negra, diminuindo a produção do neurotransmissor dopamina. A causa dessa perda neuronal ainda é desconhecida, mas fatores de ordem genética e ambiental também parecem estar envolvidos. Cerca de 200 pessoas por 100 mil habitantes a cada ano são acometidas pela doença, costumando aparecer em 1% da população de ambos os sexos, com maior frequência após os 60 anos. Os primeiros sintomas podem passar despercebidos no início como sensação de cansaço, alterações na letra, isolamento, dores musculares, piscar de olhos menos frequente, movimentos mais lentos e fala menos articulada. Podem ocorrer leves tremores, geralmente de apenas um lado do corpo, e a face se torna mais rígida. Apesar da origem neurológica e característica degenerativa, não afeta a capacidade intelectual.

Fatores de Risco: - Sua causa não é bem conhecida, mas pessoas que têm ou tiveram - encefalite, hidrocefalia, traumatismos cranianos ou encefálicos ou - intoxicação por monóxido de carbono ou manganês são mais predispostos a tê-la.

Sinais e Sintomas: - tremores, - rigidez muscular, - redução da movimentação espontânea, - depressão, - distúrbio da fala, - distúrbios do sono e cognitivos, - dificuldades urinárias, - tonturas, - dores musculares, - distúrbios respiratórios, - câimbras, - intestino preso e - osteoporose.

SAIBA MAIS - O tremor é o principal motivo que leva o paciente a procurar, pela primeira vez o médico. - Estresse e sensação de ser observado aumentam a intensidade do tremor. - Durante o sono, o tremor desaparece por completo. - É comum o aparecimento de dores em várias regiões como ombros, braços, membros inferiores e região lombar. - O paciente troca o dia pela noite. - Saliva nos cantos da boca do doente pode ser notada. - O paciente tem dificuldade em distinguir o sonho da realidade. - Sintomas depressivos ocorrem em 50% dos pacientes. - A mímica facial torna-se menos expressiva, transmitindo com menor intensidade sentimentos e emoções que, por sua vez, mantém-se preservados. - A letra torna-se menos legível e de tamanho reduzido. - As atividades diárias, antes realizadas com rapidez e desembaraço, passam a ser realizadas com vagar e a custa de muito esforço. - O paciente anda com passos mais lentos e pode apresentar alguma dificuldade para equilibrar-se. - Apesar de a doença não ser hereditária, pessoas que tenham algum parente próximo afetado apresentam probabilidade um pouco maior de desenvolverem o mal. - Os antidepressivos fazem parte do arsenal terapêutico com os seus devidos controles. - O psicoterapeuta e a família dando ocupações, carinho e estímulos contribuem na boa evolução do paciente. - Estudos sugerem um papel protetor do consumo regular de café sobre a doença de Parkinson. - Doença incurável que pode ser controlada, corrigindo a diminuição da dopamina, fisioterapia, psicoterapia e fonoaudiologia para o controle dos sintomas. Cirurgias, em alguns casos, podem ser necessárias. Marca-passos cerebrais têm apresentado resultados muito bons. - As técnicas de transplante de células têm como objetivo introduzir um grupo de células em determinadas partes do cérebro. - Se essas células puderem multiplicar-se, outras células que desapareceram no curso de um processo degenerativo poderiam, teoricamente, ser substituídas. - Tentativas de substituir células dopaminérgicas na doença de Parkinson têm sido feitas com resultados variáveis. - Pacientes mais jovens parecem beneficiar-se mais, mas mesmo assim as novas conexões formadas não são necessariamente parecidas com as originais e os resultados ainda são insatisfatórios.

O diagnóstico na fase inicial, muitas vezes não é fácil e deve ser realizado por um médico neurologista.

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